sexta-feira, 19 de março de 2010

Jararaca ou Combóia

Comumente confundida com a Surucucu verdadeira ou Pico-de-Jaca, o nome verdadeiro dela é Bothrops moojeni Hoge, 1966. As serpentes dete gênero são responsáveis por cerca de 80% dos acidentes ofídicos na Amazônia Brasileira. Dentição Solenóglifa, Família Viperidae (das víboras), animal de hábitos noturnos, terrestre,e bastante agressivo. (Foto: Telêmaco Jason M. Pinto/São Vicente da Serra, Mato Grosso, Brasil)

Cobra-Cipó

Conhecida popularmente como Cobra-Cipó, Mastigodryas boddaerti é uma serpente inofensiva, não representando risco algum ao homem. Pertence a família Colubridae, dentição Áglifa, sem glândulas e dente inoculador de veneno. Se alimenta de anfíbios, lagartos e aves. Em Monte Alegre é comum em áreas florestadas e em campos abertos. Alguns exemplares foram fotografados na área do Balneário São Tomé. (Foto: Telêmaco Jason M. Pinto/São Vicente da Serra, Mato Grosso, Brasil)

quinta-feira, 18 de março de 2010

Phrynops geoffranus, Tortuga

Quelônio de igarapé, Phrynops geoffranus apresenta ampla distribuição geográfica ocorrendo em vários estados do Brasil e em outros países andinos. Espécies adaptada a ambientes com alto grau de antropismo. Segundo colonos a tartaruga quando fiscaga em anzóis de pesca, libera um odor caracteristico que afasta os peixes. (Foto: Telêmaco Jason M. Pinto/Alto Araguaia, Mato Grosso, 2009)

Squamata Gymnophitalmidae

Vanzosaura rubricauda, lagarto pequeno da família Gymnophitalmidae. Ocorre no Cerrado no Brasil Central. Se alimenta de pequenos invertebrados. (Foto: Telêmaco Jason M. Pinto/Alto Araguaia, Mato Grosso, Brasil)

Rã Pimenta

Leptodactylus paraenses, família Leptodactylidae, conhecido popularmente como Rã Pimenta. Uma das maiores espécies de anfíbios da região. Se alimenta de invertebrados e pequenos vertebrados como aves. Os machos têm um par de espinhos peitorais e em uma falange, que serve para sua defesa e para o ritual de reprodução. (Foto: Telêmaco Jason M. Pinto/Floresta Navional do Trairão, sudoeste do Pará, Brasil)

Dragão Amazônico

Um lagartinho de hábitos diúrnos, se alimenta de pequenos invertebrados, e sua ecologia está diretamente ligada a presença de folhiço. Para que haja folhiço é necessário que haja cobertura vegetal. A retirada da floresta deixa o solo e o lagarto esposto, logo as populações tendem a diminuir. Coleodactylus amazonicus é conhecimdo popularmente como Dragão Amazônico. Apresenta ampla distribuição ocorrendo em toda a amazônia Brasileira. (Foto: Telêmaco Jason M. Pinto/Sítio Mapinguarí, Santarém, oeste do estado do Pará, Brasil)

Sapinho venenoso

Sapinho venenoso, Dendrobates castaneoticus, pertence a família Dendrobatidae, se reproduz no ouriço da Castanha-do-Brasil. Apresenta ampla distribuição geográfica, ocorrendo em toda a região amazônica quando presente a castanheira. (Foto: Telêmaco Jason M. Pinto/Floresta Nacional do Trairão, Sudoeste do Pará, 2009).

Inventário preliminar da Herpetofauna do Balneário São Tomé, Monte Alegre, Pará, Brasil.

O inventário foi feito em 2008, e foi baseado em um levantamento fotográfico das espécies de anfíbios e répteis na área do Balneário São Tomé, no minicípio de Monte Alegre, noroeste do estado do Pará. A área dista de cerca de 12 hectares caracterizados pela presença de savana, matasecundária e igapó. Foram catalogadas preliminarmente 18 espécies de répteis dentre amphisbaenias, serpentes, lagartos e jacarés.
Para maiores informações: biojason2005@hotmail.com

Projeto de Pesquisa na região de Monte Alegre

Se comparado a outros biomas como a Mata Atlântica e Caatinga, muito ouco se sabe sobre a herpetofauna do Cerraso. Esforços tem sido aplicados na tentatica de entender um pouco mais sobre a biologia e ecologia de organismos que habitam esse bioma. As savanas amazônicas são constantemente ameaças pela expansão e avanço das fronteiras agrícolas. Na tentativa de auxiliar nas tomadas de decisões estratégias para a conservação dessas áreas e de sua herpetofauna, surge a ideia de desenvolver esta pesquisa sobre os impactos e ameaças antrópicas sobre a diversidade de anfíbios e répteis na região do Parque Estadual Monte Alegre, na região noroeste do estado do Pará, Brasil. A área é fitofisionomicamente caracterizada pela presença de Savana. Trabalhos foram feitos sobre a herpetofauna desta região por Daniel O. Mesquita (2006) e Ulissis Gallati et al (2009).